Com 262 colaboradores, a PHC tem clientes em 25 países, sendo quatro aqueles onde tem escritórios. Estes escritórios são a base da atuação local em Portugal, Espanha, Angola e Moçambique, estando localizados em Lisboa, Porto, Madrid, Luanda e Maputo.
Texto: Redação «human» Fotos: DR
Joana Lopes, a diretora de recursos humanos da PHC, apresenta a instituição como «o maior grupo português de software de gestão, com 35 anos de existência», destacando que fazem software que «ajuda as empresas a implementar as melhores práticas na gestão» e que são reconhecidos por «ser uma referência ao nível da experiência de trabalho em Portugal e também de inovação, como é exemplo a integração da IA [inteligência artificial] no software, através da Cris [a assistente de IA que vive no software PHC]». Com 262 colaboradores, a PHC tem clientes em 25 países, sendo quatro aqueles onde tem escritórios. Estes escritórios são a base da atuação local em Portugal, Espanha, Angola e Moçambique, estando localizados em Lisboa, Porto, Madrid, Luanda e Maputo. «Pretendemos que todos os nossos escritórios sejam claros pontos de uma cultura que já é intrínseca à PHC e, como tal, dar todas as condições e ferramentas a colaboradores, parceiros e clientes dentro de um mesmo ecossistema», assinala Joana Lopes.
Para a responsável, «as práticas de recursos humanos da empresa são um pilar da atividade desenvolvida, e estão diretamente ligadas ao propósito e aos valores, não só porque o mercado de trabalho continua a ser um verdadeiro desafio para conjugar o melhor de empresas e colaboradores, mas porque na PHC se acredita que pessoas mais felizes e identificadas com a causa da empresa são mais produtivas e trazem o melhor de si todos os dias». Neste sentido, acrescenta Joana Lopes, «existem vários fatores que podem determinar um aumento da produtividade e da disposição no próprio local de trabalho», daí serem «acérrimos defensores de uma política consistente de bem-estar organizacional».

Joana Lopes, diretora de recursos humanos da PHC, fala da «melhor experiência de trabalho em Portugal», reconhecendo que se trata de «um grande statement», mas de facto é isso que querem proporcionar aos colaboradores, assegura.
Algumas medidas concretas que beneficiam as pessoas da PHC são uma sexta-feira livre todos os meses para tempo pessoal, o modelo de trabalho híbrido com 60 dias em full-remote, o Employee Assistance Program (com consultas gratuitas de nutrição e psicologia e apoio jurídico e financeiro), instalações com todas as condições, pacote de benefícios flexíveis, entre outros. «Tudo isto», explica a responsável, «só tem impacto porque não se trata de medidas avulsas, estão integradas numa forma de estar e de relação com o próximo que faz com que o nosso lado humano faça da PHC uma experiência diferenciadora com altos níveis de engagement, mais de 40 prémios nos último cinco anos e, claro, a bater recordes de vendas há mais de 10 anos».
Joana Lopes explica ainda que «as práticas colocadas ao dispor dos colaboradores estão intimamente ligadas ao aumento do nível de produtividade e de satisfação no local de trabalho». E exemplifica: «A sexta-feira livre por mês supõe um investimento de 5% do tempo útil de trabalho, mas tem resultado num aumento de produtividade de 8%. Desta maneira, conseguimos compreender que existe uma correlação direta entre a melhoria/ manutenção na qualidade do serviço prestado ao cliente com a disponibilização e a garantia de condições ímpares aos PHCs.»
A melhor experiência de trabalho
A diretora de recursos humanos da PHC fala da «melhor experiência de trabalho em Portugal», reconhecendo que se trata de «um grande statement», mas de facto é isso que querem proporcionar aos colaboradores, assegura. E prossegue: «Olhamos para duas vertentes que consideramos importantes, os benefícios emocionais e os benefícios racionais. Os primeiros são todos os que envolvem o sentimento que pretendemos criar nas nossas pessoas: o bom ambiente no local de trabalho, a valorização do trabalho realizado, a flexibilidade no trabalho, as condições únicas de trabalho, as ações de experience que visam o bem-estar e a inclusão de cada colaborador, bem como os serviços extra nas instalações para conforto do colaborador. Os segundos referem-se a toda a compensação a que as pessoas têm direito: 35 dias ao ano para uso particular, fins-de-semana prolongados, trabalho híbrido com 60 dias em full-remote, contrato sem termo, programas de desenvolvimento pessoal, entre outras propostas. Queremos dar todas as condições aos nossos colaboradores para poderem prosperar e dar o seu máximo.»
Uma ideia semelhante ao que se passa com as pessoas que trabalham na PHC existe em relação aos clientes. Joana Lopes assinala que querem «proporcionar o melhor software de gestão aos clientes para estes tornarem as suas empresas mais competitivas e com níveis de produtividade mais elevados». E explica que se trata de «um software nativo na cloud, que tem as melhores práticas de gestão e é pensado para ser à prova do futuro – ou seja, cresce e adapta-se às necessidades das empresas». Fala também da «confiança na marca PHC, que é relevante», dado que «a aposta num software de gestão é algo para o longo prazo, e as empresas precisam da garantia de que terão sem pré-atualizações e acompanhamento». Ou seja: «A PHC é sólida e não desaparecerá (que é o risco na aposta em software de startups). E há ainda a nossa rede de parceiros, que implementa e dá suporte aos nossos clientes, sendo uma grande mais-valia para personalizar toda a nossa oferta.»
Entre a visão para a relação com colaboradores e clientes há «um tronco comum», diz a responsável: «a cultura organizacional que existe na PHC e que está já estabelecida no mercado, além de um propósito muito claro – ‘Better Management for Happier People’».
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»» CAIXA Reconhecimento do mercado
«São as pessoas que fazem com que a PHC seja reconhecida no mercado como uma das melhores empresas onde trabalhar e, em simultâneo, uma das empresas com a prestação de serviços mais competente e completa que existe», partilha Joana Lopes. E logo salienta que «a política de recursos humanos incide sobre a colocação de todas as ferramentas necessárias para que o colaborador se sinta mais valorizado, responsabilizado e com um claro propósito no que acrescenta à atividade da empresa e aos clientes».
Por outro lado, assinala: «Costumamos dizer que todos os negócios são hoje negócios de software. Não se consegue gerir empresas nem pessoas sem o software adequado, que permite aos líderes ter indicadores certos, tomar as decisões certas e gerir os processos de forma automatizada e estruturada. Usamos, obviamente, o software PHC para gerir tudo isto, e com a utilização da Cris, a assistente de IA que vive no nosso software, para aumentar a capacidade das pessoas». A responsável faz mesmo notar como «é incrível o que hoje conseguimos fazer mais rápido e melhor», destacando: «Temos inúmeros use cases neste domínio que fazem os recursos humanos andar mais rápido.»
Num mercado de trabalho em que «a guerra pelo talento não é nova e nenhuma empresa é imune», Joana Lopes defende que «as empresas têm de olhar para como gerem as suas pessoas e criar uma cultura de bem-estar com produtividade». No caso da PHC, refere: «Temo-nos destacado nesse domínio e somos reconhecidos como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal, com vários prémios e distinções ao longo dos últimos anos. Isso deve-se à experiência que queremos proporcionar a todos os que trabalham connosco e reflete-se na qualidade e na quantidade de pessoas que querem trabalhar na PHC. Um exemplo é a campanha de recrutamento que lançámos em 2023, que quintuplicou o número de candidaturas… Houve cinco vezes mais pessoas a querer agarrar as vagas que tínhamos disponíveis. Porquê? Porque o mercado sabe que a experiência de trabalho importa e reconhece-nos isso.»